20 de setembro de 2009
Animais leguminosos – VI
|
Sapos? Que posso dizer sobre eles? Hoje estou sem cabeça para escrever muito, então pode queixar-se se não gostar do que lê. Aliás, por falar que estou, claramente em sentido figurado, sem cabeça, a mim também me parece que os sapos estão sempre, e definitivamente sem cabeça.
Aquela textura viscosa é excelentissimamente
(Um aparte… Lembrei-me agora de uma palavra com capicua inteligente: sopapos. Uma capicua é quando uma palavra, número ou até mesmo frase se pode ler tanto da esquerda para a direita, como da direita para a esquerda. “Sopapos” é uma variação utilizada em Portugal, e quiçá no Brasil, ou noutros países de língua oficial (ou não) portuguesa. Continuando com os sapos…)
Sapos esses que lutam tal como todos os outros para viverem. Claro que não é como disse no início desta edição da rubrica, por estarem de cabeça no ar. A verdade é que este mundo é demasiado complexo para que o possamos entender. Muito mais complexo do que possamos imaginar. Por esse mesmo motivo ninguém sabe tudo. Nem eu, nem você, nem mais ninguém.
E assim é que tem piada. Viver a vida ao máximo sem saber que desastres irão ocorrer amanhã, quando teremos os nossos filhos, ou até mesmo a data da nossa morte.
Apresentação da nova rubrica "Além Ciência"
|
Estreia amanhã a nova rubrica do "É incrível!", intitulada de "Além Ciência". É verdade, caro leitor, esta rubrica irá mesmo além do que a Ciência nos prova, todas as semanas, às segundas-feiras, nesta rubrica.
Espero que seja do seu agrado. Em caso de sugestões, pode contactar-me ou comentar esta mensagem.
Não perca, amanhã, esta grande estreia!
É quase impossível de acreditar nas rubricas que eu irei apresentar semanalmente, tanto pela sua bizarrice, como pela estupefacção dos resultados obtidos.
Não perca, amanhã, esta grande estreia!
19 de setembro de 2009
A suspeita atitude de Augusto Santos Silva
|
Carlos Barbosa avançou também com um nome, nas suas declarações. “Não me admirava nada se isto fosse obra do Dr. Santos Silva”, que é o ministro dos Assuntos Parlamentares, o qual integra a categoria da comunicação social.
Afirmou também que “O primeiro-ministro é suficientemente esperto para não se meter nestas coisas directamente e tem sempre os seus homens de mão que poderão fazer isso”.
Rapidamente o acusado repudiou a afirmação, considerando-a “caluniosa”. Mas não se ficou por aí: desafiou o próprio Carlos Barbosa a prová-la. “Tem de provar o que diz, dizer quais são os indicad
ores, os indícios do meu percurso pessoal, profissional, cívico ou político que o levam a considerar que o final do Jornal Nacional da TVI seja obra minha”, vincou.
Eu tenho opinião pessoal quanto a isso. Quando uma pessoa faz algo e é acusada, toma a mesma atitude que o ministro. Já se é inocente, a sua acção é diferente: prova com o máximo possível que não foi ele. Atitude interessante…
"Depois ninguém diga no futuro que eu vi e calei. Eu não me calo perante este tipo de registo", sublinhou. Ora aqui está outra atitude interessante…
À Lusa, o ministro sublinhou que “é uma acusação absolutamente inqualificável, considero-a uma acusação pessoal gravíssima”.
Afirmou também que “O primeiro-ministro é suficientemente esperto para não se meter nestas coisas directamente e tem sempre os seus homens de mão que poderão fazer isso”.
Rapidamente o acusado repudiou a afirmação, considerando-a “caluniosa”. Mas não se ficou por aí: desafiou o próprio Carlos Barbosa a prová-la. “Tem de provar o que diz, dizer quais são os indicad
Eu tenho opinião pessoal quanto a isso. Quando uma pessoa faz algo e é acusada, toma a mesma atitude que o ministro. Já se é inocente, a sua acção é diferente: prova com o máximo possível que não foi ele. Atitude interessante…
"Depois ninguém diga no futuro que eu vi e calei. Eu não me calo perante este tipo de registo", sublinhou. Ora aqui está outra atitude interessante…
À Lusa, o ministro sublinhou que “é uma acusação absolutamente inqualificável, considero-a uma acusação pessoal gravíssima”.
18 de setembro de 2009
A visão de Carlos Barbosa
|
"Para os merceeiros da comunicação social, que acham que vender um jornal é o mesmo que vender batatas, isto é perfeitamente normal. Têm de estar sempre bem com Deus e com o Diabo. Para os proprietários de órgãos de comunicação social, isto é impensável."
É esta a reacção de Carlos Barbosa ao caso que eu tenho vindo a actualizar desde a passada semana, e que já deve conhecer muito bem. Em entrevista ao jornal português “i”, o gestor que durante anos se relacionou com a comunicação social das mais diversas formas, desde rádios a jornais, considera que a situação “é lamentável, os jornalistas deviam todos parar até terem de volta o 'Jornal de Sexta’.”
Na minha opinião, não me parece que a greve esteja programada. Para além de ser um canal privado, não irá adiantar em nada o que já está totalmente decidido, que é o fim deste formato informativo, que desde cedo se destacou dos restantes.
Esta situação considerada muito grave pelo gestor parece ser uma decisão tomada para “arrumar a casa”. Uma decisão para mais: para a PRISA, depois de todos os estragos que fez, poder vender a TVI a um preço low-cost. Algo que me parece interessante… será que ninguém deseja a TVI? Para quê baixar o preço das acções? Para poder pagar ainda menos a sua grande dívida?
Isto leva-me a pensar que PRISA não vai vender a TVI. A meu ver, vai fazer ainda mais estragos: está a preparar-se, com esta decisão, para rescindir contratos com os activos da televisão portuguesa, agora sem o rótulo que a degradava: o de “atacar” o actual primeiro-ministro.

Com a saída da jornalista, o canal irá perder audiências e haverão mais combates políticos, um género de série de televisão: “Todos contra o PS” (em vez de “Todos contra o Chris”, na RTP2). No entanto, no mundo dos negócios, esta saída pode reverter a favor de uns pontos favoráveis, visto que um meio de comunicação contra o governo português custa dinheiro.
É esta a reacção de Carlos Barbosa ao caso que eu tenho vindo a actualizar desde a passada semana, e que já deve conhecer muito bem. Em entrevista ao jornal português “i”, o gestor que durante anos se relacionou com a comunicação social das mais diversas formas, desde rádios a jornais, considera que a situação “é lamentável, os jornalistas deviam todos parar até terem de volta o 'Jornal de Sexta’.”
Na minha opinião, não me parece que a greve esteja programada. Para além de ser um canal privado, não irá adiantar em nada o que já está totalmente decidido, que é o fim deste formato informativo, que desde cedo se destacou dos restantes.
Esta situação considerada muito grave pelo gestor parece ser uma decisão tomada para “arrumar a casa”. Uma decisão para mais: para a PRISA, depois de todos os estragos que fez, poder vender a TVI a um preço low-cost. Algo que me parece interessante… será que ninguém deseja a TVI? Para quê baixar o preço das acções? Para poder pagar ainda menos a sua grande dívida?
Isto leva-me a pensar que PRISA não vai vender a TVI. A meu ver, vai fazer ainda mais estragos: está a preparar-se, com esta decisão, para rescindir contratos com os activos da televisão portuguesa, agora sem o rótulo que a degradava: o de “atacar” o actual primeiro-ministro.
Com a saída da jornalista, o canal irá perder audiências e haverão mais combates políticos, um género de série de televisão: “Todos contra o PS” (em vez de “Todos contra o Chris”, na RTP2). No entanto, no mundo dos negócios, esta saída pode reverter a favor de uns pontos favoráveis, visto que um meio de comunicação contra o governo português custa dinheiro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)